Basílicas e Octógono, Filipos
As igrejas posteriores testemunham o crescimento da comunidade ligada a Paulo. Os edifícios conservados são posteriores à sua visita.
Ler a fonte ↗De Tarso a Roma
Siga as viagens de Paulo desde Tarso e Damasco, por Chipre, Anatólia e Grécia até Malta e Roma, com referências bíblicas e histórias dos memoriais posteriores.

Uma viagem de mudanças de rumo: da estrada de Damasco às comunidades do Mediterrâneo e, por fim, a Roma como prisioneiro. Percorra os lugares de Atos, compare as cartas de Paulo e descubra como as igrejas posteriores recordam a sua vida.
Uma visita bíblica, um navio de passagem e uma tradição local posterior são testemunhos distintos. Este percurso distingue-os e não pretende reconstruir cada quilómetro nem todos os lugares que Paulo visitou.
Começar este percursoEste itinerário segue os lugares nomeados em Atos e mantém as visitas repetidas. Distingue regiões e passagens marítimas. As cartas acrescentam testemunhos; nenhuma fonte regista todas as suas viagens. As igrejas que reuniu eram comunidades, não os edifícios posteriores.
SÉCULO I · O MUNDO MEDITERRÂNICO
Século I d.C.
Atos descreve a formação e as primeiras viagens; Gálatas acrescenta a Arábia sem nomear uma cidade. Cada relato mantém as suas referências, sem impor uma cronologia conjunta exata.
Barnabé acompanha Paulo. No regresso por Listra, Icónio e Antioquia da Pisídia, revisitam as comunidades fundadas. Esta Antioquia é distinta da cidade do Orontes.
Atos situa uma viagem pela Fenícia e Samaria entre as duas primeiras missões. Gálatas 2 também descreve uma reunião em Jerusalém; a correspondência entre os relatos é debatida.
Silas e Timóteo juntam-se à missão. Em Filipos surge a casa de Lídia; seguem-se Atenas e Corinto. Jerusalém após Cesareia, em Atos 18:22, é inferida da subida, não nomeada.
Éfeso torna-se um centro de ensino. Atos nomeia depois regiões, portos e regressos, sem identificar todas as povoações. Ao largo de Quios e à vista de Chipre não significa desembarque.
A rota do prisioneiro passa por Antípatris e pela detenção em Cesareia. Atos nomeia Malta, mas não a praia exata do naufrágio. Laseia é uma cidade próxima, não uma paragem expressa.
Não são etapas confirmadas depois de Roma. Espanha e Nicópolis são planos; Bitínia e Fénix não são alcançadas no relato citado. Ilírico indica o alcance da missão, não uma cidade. A autoria e data de Tito e 2 Timóteo são debatidas. Trogílio surge em alguns manuscritos de Atos 20:15, incluindo a tradição da KJV, mas não em todos.
As igrejas posteriores testemunham o crescimento da comunidade ligada a Paulo. Os edifícios conservados são posteriores à sua visita.
Ler a fonte ↗Venerada desde a Idade Média como residência de Paulo. Atos relata a estadia em Malta sem identificar esta gruta.
Ler a fonte ↗Uma igreja comemorativa posterior na sua cidade natal, não um edifício em que entrou.
Ler a fonte ↗Atos menciona Pafos; os açoites neste pilar pertencem a uma tradição posterior. A igreja também é posterior.
Ler a fonte ↗O nome não demonstra uma visita de Paulo. A Heritage Malta explica a associação por uma suposta ligação à sua gruta.
Ler a fonte ↗A basílica preserva a tradição romana do seu sepultamento. Atos termina com a sua residência em Roma, não com a morte ou esta basílica.
Ler a fonte ↗Os pontos localizam as paragens. A ordem de leitura não constitui um itinerário de viagem verificado nem indicações de acesso.
Paragem 1 de 3
Damasco · Cidade Velha · Católica romana · Custódia franciscana
EDIFÍCIO RELIGIOSOEsta antiga estrutura subterrânea, no fim da rua Direita da Damasco antiga, é tida como os restos da casa de Ananias de Damasco.
Ler o perfil completoParagem 2 de 3
Damasco
EDIFÍCIO RELIGIOSOEsta capela ergue-se em Bab Kisan, uma das sete portas antigas de Damasco, a sudeste da Cidade Velha.
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Paragem 3 de 3
Cesareia · Distrito de Haifa
LOCAL BÍBLICOCesareia Marítima foi construída por Herodes o Grande entre c.
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